Arquivo de Novembro de 2008
Dei um pulo na V Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária para ver J. Borges, e de quebra conheci os outros dois. Foi uma tarde inesquecível. São verdadeiras figuras embebecidas de cordel. Ganhei de presente uma matriz desenhada por Jô e cavada por J. Borges e seu filho Pablo, de apenas 14 anos e com muita habilidade nas goivas.
Pablo e seu pai, J. Borges
Jô Oliveira e Bule-Bule
Eu, por eles
30 de Novembro de 2008 às 14:32
J. Victtor
José Pacheco era. Cordelista humorado, fez esta e outras pérolas para o bem da literatura de cordel.
27 de Novembro de 2008 às 10:45
J. Victtor
Em vez de empurra-la para frente e para trás, faça o movimento da esquerda para a direita e vice-versa, numa pedra de amolar (se estiver bem cega) ou na lixa d´água, sempre como último acabamento. Enquanto movimenta, gire-a, como mostra a figura, para que o vinco pegue de uma extremidade à outra.
Na parte de dentro, dobre a lixa e, para frente e para trás dê o acabamento interno, sempre testando num pedaço de madeira para ver se o corte ficou bom.
24 de Novembro de 2008 às 13:58
J. Victtor
20 de Novembro de 2008 às 18:55
J. Victtor
Uma vez um professor disse: borracha também é lápis. E o corte numa foto ou num quadro é tão essencial quanto o próprio.
Modelo:
Ciclope, ou Lucas mesmo.
às 15:41
J. Victtor
Ambiente: Lais Pasqualette
Quadro: J. Victtor
http://www.morarmais.com.br/riodejaneiro/rj_08/#
19 de Novembro de 2008 às 10:56
J. Victtor
Xilo para a capa da 15ª Antologia Brasileira de Literatura de Cordel que sairá brevemente.
12 de Novembro de 2008 às 10:08
J. Victtor
é o título do cordel de Antonio Francisco e que levará esta xilo na capa. Dos cordelistas que conheço, é o mais metafórico. Suas estórias se passam em ambientes utópicos e repletos de imaginação, quase um conto de fadas. Nessa história ele relata que sonhou com sua morte e que três anjos vieram busca-lo, cada um perguntando quem ele queria ser na próxima vida. Para os três respondeu: eu mesmo, com os mesmos pais e minha bicicleta.
Editora Queimabucha.
10 de Novembro de 2008 às 13:45
J. Victtor
Xilogravura para o cordel do título, de Luiz Antonio, a ser editado pela Queimabucha.
9 de Novembro de 2008 às 15:36
J. Victtor
Semanas após assistir Loki, filme sobre Arnaldo Batista e dirigido por Paulo Henrique Fontenelle, ainda sinto-me sob o efeito lisérgico do mesmo. Sensacional. Arnaldo é um músico ímpar, e diferente de cem entre cem músicos de rock, executa suas potentes canções ao som de um piano. Melhor que isso só um navio cheio de loiras.
7 de Novembro de 2008 às 17:02
J. Victtor
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